sexta-feira, 11 de março de 2016

À pequena...

Não adianta mais, né? 
A represa tá se partindo e mostrando os pedaços que de ti partiu. Né isso?
Difícil ver que a gente tem fraqueza, não é mesmo?
E perceber quão humanos somos, nénom?!
A vida tem dessas coisas de tomar a gente desprevenido.
A gente até toma um susto, embora só estivesse querendo mesmo tomar um coco a beira'mar.
Mas que diferença faz estar cá ou acolá se o fantasma impera no nosso escuro? 
Quer saber de uma coisa? Grita!
Não aquele grito que ecoa apenas, que é vocativo.
Grita pra pôr pra fora, pra deixar sair. Grita pra matar o que te mata.
Grita tua fome, tua sede, tuas necessidades.
Grita que a dor vai embora. 
E eu espero que ela vá.
Por enquanto eu fico quietinho, do meu jeitinho, te dando todo carinho que posso e me cabe.
Lembra de quando me ligou a última vez pra falar de atemporalidades?
Pois é!
Faça mais vezes. Volta sempre!
Vem comer uma torta com um ovo a menos e muito afeto. 
Vem cá que tem todo um pedaço de mim que é seu.
E sempre será... <3

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